1 de mayo de 2015

"De universitate et vida". Homenaje al Primer Presidente de la SIPS: José Ortega Esteban.







Dr. José Ortega Esteban, catedrático de la Universidad de Salamanca y  primer presidente de la Sociedad Iberoamerticana de Pedagogía Social (SIPS) dictará el próximo jueves 21 de mayo a las 12:00 horas en el salón de actos “Nicolás Martín Sosa” de la Universidad de Salamanca su "ultima lectio" titulada "de universitate et vida".
El profesor José Antonio Caride tambien ex-presidente de la Sociedad pronunciará previamente la Laudatio.


Página oficial de José ortega Esteban:
http://campus.usal.es/~teoriahistoriaedu/personal/Jose_Ortega.php
Página en Pinterest:
https://www.pinterest.com/jortegaesteban/

26 de abril de 2015

Firma de convenio entre APTSES (Portugal) y la SIPS

La SIPS se complace en informar a todos los socios que seguimos tejiendo redes de trabajo y colaboración. Esat vez ha sido a través de la firma del convenio de colaboración entre Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS) y  la "Assiociaçao dos Profissionais Técnicos Superiores de Educaçao Social de Portugal" (APTSES)

El 14 de marzo del 2015 en el marco del  I Encontro Luso-Galaico da Educación Social  el profesor Jose Antonio Caride en representación se la SIPS ha firmado el convenio de colaboración.





Mensaje del Dr. Xavier Úcar, Presidente de la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS)

Queridos y queridas asistentes al I Encontro Luso-Galaico da Educación Social:

Me hubiera gustado mucho poder participar hoy con todos vosotros en la celebración de este evento, pero desafortunadamente no me ha sido posible. Es por eso que he querido  acompañaros a través de esta carta que el Dr. Jose Antonio Caride, ex-presidente de la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS), ha tenido a bien leeros.

En mi nombre y en el de la Sociedad que presido, el profesor Caride va a proceder a la firma de un convenio de colaboración con la Associação dos Profissionais Técnicos Superiores de Educação Social (APTSES) de Portugal. Este convenio, al igual que el que hemos firmado en España con el Consejo General de Colegios de Educadoras y Educadores Sociales (CGEES), se inscribe en la política de nuestra Sociedad científica de vincular, de manera orgánica, la teoría y la práctica, la academia y la profesión, la pedagogía social y la educación social. 

Los retos que plantea la profunda crisis que viven las personas y las comunidades de este inicio de milenio nos impele, tanto a los profesionales como a los  académicos, a trabajar juntos y de manera integrada para acompañar y ayudar a aquellas personas y comunidades, en sus esfuerzos diarios por conseguir vivir unas vidas dignas.

Me parece que el título de este I Encontro: A educación social mais alá e mais acá da raia, describe muy bien desde mi punto de vista la ambición, el deseo y la esperanza que nos guía a los académicos y a los prácticos de la Pedagogía Social y la Educación social. Ni las divisiones ni las fronteras ni las delimitaciones, sean políticas, territoriales o virtuales, van a impedir que trabajemos juntos por aquello que no sólo nos constituye sino que también nos une: lo social.

Espero que  disfrutéis de este evento científico y profesional y que os aporte nuevos enfoques y nuevas herramientas para seguir trabajando cada vez mejor en el apasionante mundo de la Educación Social.

Con mis mejores deseos

Xavier Úcar
Presidente de la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social
6 de Marzo del 2015

7 de abril de 2015

Suplemento Pedagogía Social y Educación Social

La Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM) dedica el suplemento de la Revista Perfiles Educativos a la educación social.



Pedagogía social
y educación social
Tercera época | Volumen XXXVII | Número 148 | Suplemento 2015



José Antonio Caride, Rita Gradaílle y María Belén Caballo

De la pedagogía social como educación, a la educación social como Pedagogía

Marta Ruiz-Corbella, Ana María Martín-Cuadrado
y María Antonia Cano-Ramos
La consolidación del perfil profesional del educador social
Respuesta al derecho para la ciudadanía

José Salazar Ascencio y Guillermo Williamson Castro
Modelo integral de intervención para la prevención en drogodependencias
Aportes para la pedagogía social

Ada Janeth Zarceño y Patricia Carolina Andreu
Las tecnologías, un recurso didáctico que fortalece

la autorregulación del aprendizaje en poblaciones excluidas



12 de marzo de 2015

III Premio Jóvenes Investigadores en Pedagogía Social

III Jornada de Pedagogía Social



Pedagogía Social, Universidad y Sociedad


La Universidad Nacional de Educación a Distancia en colaboración con la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS) organiza la III Jornada de Pedagogía Social “Pedagogía Social, Universidad y Sociedad” que tendrá lugar, el 18 de septiembre de 2015, en el Campus Norte de la Sede Central en Madrid-UNED. 

El objetivo de la Jornada es debatir sobre el grado de relación entre la Pedagogía Social en la Universidad y su vinculación con la sociedad. 

Pretende poner de relieve la situación de la Universidad y su interrelación con la sociedad contemplando las diferentes dimensiones de la Pedagogía Social. 

Organiza el Departamento de Teoría de la Educación y Pedagogía Social- Facultad de Educación UNED y la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS).

Página oficial

5 de marzo de 2015

Call for papers/ Revista SENSOS /educación social

S E N S O S

Centro de Investigação & Inovação em Educação

Chamada de artigos para o Nº1 do Volume V
Organizadores: Ana Bertão e Paulo Delgado Publicação – Verão 2015


EDUCAÇÃO SOCIAL

A Educação Social, enquanto área profissional, tem uma história recente em Portugal. Se é inegável que a vida em sociedade é o espaço da Educação Social, deste prisma, sempre existiu na sociedade portuguesa, como em qualquer outra sociedade. Contudo, só nas últimas décadas a Educação Social foi reconhecida, nos âmbitos político, académico e social, como um âmbito específico da intervenção social. A educação não está ligada a uma determinada etapa da vida ou circunscrita a um lugar, é um todo no espaço e no tempo permitindo uma progressiva e contínua configuração da pessoa humana para o desenvolvimento na relação com os outros, o que nos coloca numa dimensão espaço-temporal que ultrapassa largamente os muros da escola, para se situar em todos os espaços sociais, dentro dos grupos e dos coletivos, com as suas circunstâncias geográficas, históricas, económicas e culturais. Este trabalho encontra-se inelutavelmente associado a uma dimensão ética, que interroga incessantemente o sentido da liberdade e da justiça. A revista SENSOS, 22 anos depois de se ter criado na Escola Superior de Educação do Porto, de forma pioneira, o Curso de Educação Social, publicará um número subordinado a este tema.

Os organizadores deste número convidam os autores interessados a submeterem textos inéditos para publicação em torno das seguintes áreas temáticas:

Pedagogia Social, Educadores Sociais e Investigadores. Como pensar e fazer a Educação Social

- Modelos, princípios e questões teóricas na mediação socioeducativa
- Desenho, desenvolvimento, implementação e avaliação de projetos de intervenção social, educativa e comunitária
- O desenvolvimento da profissão de educador social. Questões emergentes e desafios atuais
- A participação ativa dos/as educadores sociais na formação, na investigação e na coordenação de projetos e de instituições sociais


Cidadania ativa e Direitos sociais. O desafio da reconfiguração perante o risco de desmantelamento do Estado Social

- Políticas educativas e sociais na presente conjuntura socio-económica-cultural
- Reforma, sustentabilidade e adequação do modelo social europeu.
- Prioridades, programas e intervenções face aos modos de exclusão
- As crianças e os jovens nos seus contextos de vida e nas suas práticas sociais: problemáticas específicas e alternativas educativas
- As organizações sociais e os movimentos de cidadania: Desafios para o desenvolvimento local, institucional e comunitário


(des)Emprego & Reforma: desafios do quotidiano em contexto de mudança social.

- A família perante a crise social e laboral: problemáticas e respostas desde a Educação Social
- Emprego, sobre qualificação e infra emprego. Questões para a inclusão no mercado laboral
- Redes sociais e comunidades virtuais: inclusão digital para a inclusão social
- Tempo livre em tempos de crise: o ócio como âmbito de integração
- Tempo(s) de reforma: mitos, problemas e oportunidades
- Empreendedorismo social: desafio e oportunidades
Serão aceites artigos de investigação empírica ou de revisão da literatura nestas temáticas, podendo suportar-se em abordagens teóricas e metodologias diversas.

Submissão de artigos – Os artigos a submeter deverão ser enviados até 31 de Março de 2015, para o seguinte endereço de email: pdelgado@ese.ipp.pt

11 de febrero de 2015

Desafios e responsabilidade institucional





CHAMADA PARA TRABALHOS
Estudantes Não-Tradicionais no Ensino Superior:
Universidade do Algarve, Faro, Portugal
11 a 13 de junho, 2015




Apresentação

O termo “estudante não-tradicional” (ENT) representa um conceito de difícil definição, que tem sido muito discutido ao longo do tempo. Tem uma grande utilidade quando nos queremos referir aos diferentes grupos de estudantes que estão em minoria no ensino superior e cuja participação se encontra limitada por fatores estruturais (RANLHE, 2009). Trata-se, portanto, de um conceito extremamente flexível e que deve ser visto de acordo com o contexto concreto de aplicação. Tanto pode incluir estudantes que são os primeiros das suas famílias a frequentar o ensino superior, como mulheres, estudantes com necessidades educativas especiais, de classe trabalhadora, ou pertencentes a minorias culturais. Em qualquer caso, os ENT não constituem um grupo homogéneo, sendo, ao contrário, caracterizados pela sua enorme diversidade.

A temática dos estudantes não-tradicionais é já antiga nalguns países como o Reino Unido ou os Estados Unidos da América, por um conjunto de fatores diversos. Entre outros, a democratização e expansão do ensino superior durante os anos 60 do século passado trouxe, para as universidades, um conjunto de pessoas com características não-tradicionais. Por outro lado, não demorou muito a chegar-se à conclusão de que fatores como o rendimento, o emprego, a família (Bean e Metzner 1985), a classe social (Bamber e Tett 1999), o género e etnicidade (Bowl, 2001) ou as expectativas criadas (Laing Chao e Robinson 2005) tinham uma clara influência no nível de sucesso atingido pelos estudantes. Há, pelo menos, dois efeitos opostos que se desenrolaram a partir daqui. Se estas investigações vinham chamar a atenção para a necessidade de se levar em consideração todos estes fatores para garantir um ambiente de aprendizagem e soluções estruturais capazes de melhorar a vida académica dos estudantes, é inegável que por outro lado isto teve o efeito de conotar os próprios estudantes como os “produtores” de insucesso – por outras palavras foram, ainda que parcialmente, considerados como “o” problema.
Desta forma, há uma questão central a debater, que tem que ver diretamente com as instituições do ensino superior (IES) e com a assunção da sua responsabilidade. Que papel e atitude devem ter as IES quando confrontadas com a diversidade crescente dos seus estudantes? Onde começam e acabam as suas responsabilidades em relação aos estudantes? Que posição deveremos tomar sobre um discurso dominante que aponta as universidades como promotoras do desenvolvimento social, mesmo quando a investigação demonstra que o discurso é relativo? Como posicionamento geral, provavelmente todos estaríamos de acordo com Tett (2004), quando afirma que é injusto deixar unicamente aos estudantes a responsabilidade da sua adaptação e aprendizagem às regras e cultura da academia. Mas a assunção da responsabilidade da instituição não pode ser dissociada de medidas concretas que visem a melhoria da vida académica dos estudantes em geral e dos ENT em particular – e, neste ponto, muitos atores sociais das universidades têm um papel importante a desempenhar.

Os nossos projetos de investigação

A nossa equipa começou a estudar a situação dos estudantes não-tradicionais no Ensino Superior (ES) com um projeto financiado pela FCT (2010/13)1, com objetivo de investigar a situação dos estudantes maiores de 23 nas Universidades do Algarve e de Aveiro, e produzir recomendações para a melhoria do seu sucesso académico. Seguidamente ampliámos a nossa investigação para incluir outros grupos de ENT. Neste projeto, também financiado pela FCT (2013/15)2, estamos a estudar a situação de: i) estudantes com necessidades educativas especiais; ii) estudantes oriundos
1 Projeto PTDC/CPE-CED/108739/2008: “Estudantes Não-Tradicionais no Ensino Superior: procurar soluções para melhorar o sucesso académico”
2 PTDC/IVC-PEC/4886/2012- "Estudantes Não-tradicionais no Ensino Superior: investigar para guiar a mudança institucional"
dos países Africanos de Língua Oficial Portuguesa; iii) as transições dos estudantes maiores de 23 para o mercado de trabalho; e iv) estudantes dos cursos de especialização tecnológica. O nosso objetivo é, ainda, produzir recomendações para que as nossas universidades possam aplicar soluções capazes de melhorar a vida académica dos estudantes. O presente encontro serve, assim, duas finalidades primárias: divulgar e partilhar alguns dos resultados do nosso último projeto de investigação; estabelecer um diálogo entre os investigadores que estão a trabalhar este tema.

Temas

Convidamos os investigadores desta área e áreas afins a partilhar connosco as suas contribuições, dentro do tema genérico dos estudantes não-tradicionais. Gostaríamos, sobretudo, de contar com artigos de base empírica, mas estamos igualmente abertos a receber artigos de revisão teórica. Os autores podem inscrever as suas contribuições nos temas seguintes:

1. Perspetivas críticas sobre o acesso ao ensino superior, abandono e retenção de estudantes não-tradicionais.
2. Estudos sobre os variados grupos de estudantes não-tradicionais focando, entre outros, trajetórias académicas, processos de aprendizagem, identidades, obstáculos ao sucesso, limitações e potencialidades na sua participação na vida académica.
3. As transições de estudantes não-tradicionais para o ensino superior e/ou do ensino superior para o mercado de trabalho.
4. Os estudantes não-tradicionais no mercado de trabalho.
5. Os estudantes não-tradicionais entre a estrutura e a agência: dualismo ou tensão permanente?
6. Perspetivas críticas sobre as responsabilidades das instituições de ensino superior em relação aos estudantes não-tradicionais.