12 de marzo de 2015

III Premio Jóvenes Investigadores en Pedagogía Social

III Jornada de Pedagogía Social



Pedagogía Social, Universidad y Sociedad


La Universidad Nacional de Educación a Distancia en colaboración con la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS) organiza la III Jornada de Pedagogía Social “Pedagogía Social, Universidad y Sociedad” que tendrá lugar, el 18 de septiembre de 2015, en el Campus Norte de la Sede Central en Madrid-UNED. 

El objetivo de la Jornada es debatir sobre el grado de relación entre la Pedagogía Social en la Universidad y su vinculación con la sociedad. 

Pretende poner de relieve la situación de la Universidad y su interrelación con la sociedad contemplando las diferentes dimensiones de la Pedagogía Social. 

Organiza el Departamento de Teoría de la Educación y Pedagogía Social- Facultad de Educación UNED y la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social (SIPS).

Página oficial

5 de marzo de 2015

Call for papers/ Revista SENSOS /educación social

S E N S O S

Centro de Investigação & Inovação em Educação

Chamada de artigos para o Nº1 do Volume V
Organizadores: Ana Bertão e Paulo Delgado Publicação – Verão 2015


EDUCAÇÃO SOCIAL

A Educação Social, enquanto área profissional, tem uma história recente em Portugal. Se é inegável que a vida em sociedade é o espaço da Educação Social, deste prisma, sempre existiu na sociedade portuguesa, como em qualquer outra sociedade. Contudo, só nas últimas décadas a Educação Social foi reconhecida, nos âmbitos político, académico e social, como um âmbito específico da intervenção social. A educação não está ligada a uma determinada etapa da vida ou circunscrita a um lugar, é um todo no espaço e no tempo permitindo uma progressiva e contínua configuração da pessoa humana para o desenvolvimento na relação com os outros, o que nos coloca numa dimensão espaço-temporal que ultrapassa largamente os muros da escola, para se situar em todos os espaços sociais, dentro dos grupos e dos coletivos, com as suas circunstâncias geográficas, históricas, económicas e culturais. Este trabalho encontra-se inelutavelmente associado a uma dimensão ética, que interroga incessantemente o sentido da liberdade e da justiça. A revista SENSOS, 22 anos depois de se ter criado na Escola Superior de Educação do Porto, de forma pioneira, o Curso de Educação Social, publicará um número subordinado a este tema.

Os organizadores deste número convidam os autores interessados a submeterem textos inéditos para publicação em torno das seguintes áreas temáticas:

Pedagogia Social, Educadores Sociais e Investigadores. Como pensar e fazer a Educação Social

- Modelos, princípios e questões teóricas na mediação socioeducativa
- Desenho, desenvolvimento, implementação e avaliação de projetos de intervenção social, educativa e comunitária
- O desenvolvimento da profissão de educador social. Questões emergentes e desafios atuais
- A participação ativa dos/as educadores sociais na formação, na investigação e na coordenação de projetos e de instituições sociais


Cidadania ativa e Direitos sociais. O desafio da reconfiguração perante o risco de desmantelamento do Estado Social

- Políticas educativas e sociais na presente conjuntura socio-económica-cultural
- Reforma, sustentabilidade e adequação do modelo social europeu.
- Prioridades, programas e intervenções face aos modos de exclusão
- As crianças e os jovens nos seus contextos de vida e nas suas práticas sociais: problemáticas específicas e alternativas educativas
- As organizações sociais e os movimentos de cidadania: Desafios para o desenvolvimento local, institucional e comunitário


(des)Emprego & Reforma: desafios do quotidiano em contexto de mudança social.

- A família perante a crise social e laboral: problemáticas e respostas desde a Educação Social
- Emprego, sobre qualificação e infra emprego. Questões para a inclusão no mercado laboral
- Redes sociais e comunidades virtuais: inclusão digital para a inclusão social
- Tempo livre em tempos de crise: o ócio como âmbito de integração
- Tempo(s) de reforma: mitos, problemas e oportunidades
- Empreendedorismo social: desafio e oportunidades
Serão aceites artigos de investigação empírica ou de revisão da literatura nestas temáticas, podendo suportar-se em abordagens teóricas e metodologias diversas.

Submissão de artigos – Os artigos a submeter deverão ser enviados até 31 de Março de 2015, para o seguinte endereço de email: pdelgado@ese.ipp.pt

11 de febrero de 2015

Desafios e responsabilidade institucional





CHAMADA PARA TRABALHOS
Estudantes Não-Tradicionais no Ensino Superior:
Universidade do Algarve, Faro, Portugal
11 a 13 de junho, 2015




Apresentação

O termo “estudante não-tradicional” (ENT) representa um conceito de difícil definição, que tem sido muito discutido ao longo do tempo. Tem uma grande utilidade quando nos queremos referir aos diferentes grupos de estudantes que estão em minoria no ensino superior e cuja participação se encontra limitada por fatores estruturais (RANLHE, 2009). Trata-se, portanto, de um conceito extremamente flexível e que deve ser visto de acordo com o contexto concreto de aplicação. Tanto pode incluir estudantes que são os primeiros das suas famílias a frequentar o ensino superior, como mulheres, estudantes com necessidades educativas especiais, de classe trabalhadora, ou pertencentes a minorias culturais. Em qualquer caso, os ENT não constituem um grupo homogéneo, sendo, ao contrário, caracterizados pela sua enorme diversidade.

A temática dos estudantes não-tradicionais é já antiga nalguns países como o Reino Unido ou os Estados Unidos da América, por um conjunto de fatores diversos. Entre outros, a democratização e expansão do ensino superior durante os anos 60 do século passado trouxe, para as universidades, um conjunto de pessoas com características não-tradicionais. Por outro lado, não demorou muito a chegar-se à conclusão de que fatores como o rendimento, o emprego, a família (Bean e Metzner 1985), a classe social (Bamber e Tett 1999), o género e etnicidade (Bowl, 2001) ou as expectativas criadas (Laing Chao e Robinson 2005) tinham uma clara influência no nível de sucesso atingido pelos estudantes. Há, pelo menos, dois efeitos opostos que se desenrolaram a partir daqui. Se estas investigações vinham chamar a atenção para a necessidade de se levar em consideração todos estes fatores para garantir um ambiente de aprendizagem e soluções estruturais capazes de melhorar a vida académica dos estudantes, é inegável que por outro lado isto teve o efeito de conotar os próprios estudantes como os “produtores” de insucesso – por outras palavras foram, ainda que parcialmente, considerados como “o” problema.
Desta forma, há uma questão central a debater, que tem que ver diretamente com as instituições do ensino superior (IES) e com a assunção da sua responsabilidade. Que papel e atitude devem ter as IES quando confrontadas com a diversidade crescente dos seus estudantes? Onde começam e acabam as suas responsabilidades em relação aos estudantes? Que posição deveremos tomar sobre um discurso dominante que aponta as universidades como promotoras do desenvolvimento social, mesmo quando a investigação demonstra que o discurso é relativo? Como posicionamento geral, provavelmente todos estaríamos de acordo com Tett (2004), quando afirma que é injusto deixar unicamente aos estudantes a responsabilidade da sua adaptação e aprendizagem às regras e cultura da academia. Mas a assunção da responsabilidade da instituição não pode ser dissociada de medidas concretas que visem a melhoria da vida académica dos estudantes em geral e dos ENT em particular – e, neste ponto, muitos atores sociais das universidades têm um papel importante a desempenhar.

Os nossos projetos de investigação

A nossa equipa começou a estudar a situação dos estudantes não-tradicionais no Ensino Superior (ES) com um projeto financiado pela FCT (2010/13)1, com objetivo de investigar a situação dos estudantes maiores de 23 nas Universidades do Algarve e de Aveiro, e produzir recomendações para a melhoria do seu sucesso académico. Seguidamente ampliámos a nossa investigação para incluir outros grupos de ENT. Neste projeto, também financiado pela FCT (2013/15)2, estamos a estudar a situação de: i) estudantes com necessidades educativas especiais; ii) estudantes oriundos
1 Projeto PTDC/CPE-CED/108739/2008: “Estudantes Não-Tradicionais no Ensino Superior: procurar soluções para melhorar o sucesso académico”
2 PTDC/IVC-PEC/4886/2012- "Estudantes Não-tradicionais no Ensino Superior: investigar para guiar a mudança institucional"
dos países Africanos de Língua Oficial Portuguesa; iii) as transições dos estudantes maiores de 23 para o mercado de trabalho; e iv) estudantes dos cursos de especialização tecnológica. O nosso objetivo é, ainda, produzir recomendações para que as nossas universidades possam aplicar soluções capazes de melhorar a vida académica dos estudantes. O presente encontro serve, assim, duas finalidades primárias: divulgar e partilhar alguns dos resultados do nosso último projeto de investigação; estabelecer um diálogo entre os investigadores que estão a trabalhar este tema.

Temas

Convidamos os investigadores desta área e áreas afins a partilhar connosco as suas contribuições, dentro do tema genérico dos estudantes não-tradicionais. Gostaríamos, sobretudo, de contar com artigos de base empírica, mas estamos igualmente abertos a receber artigos de revisão teórica. Os autores podem inscrever as suas contribuições nos temas seguintes:

1. Perspetivas críticas sobre o acesso ao ensino superior, abandono e retenção de estudantes não-tradicionais.
2. Estudos sobre os variados grupos de estudantes não-tradicionais focando, entre outros, trajetórias académicas, processos de aprendizagem, identidades, obstáculos ao sucesso, limitações e potencialidades na sua participação na vida académica.
3. As transições de estudantes não-tradicionais para o ensino superior e/ou do ensino superior para o mercado de trabalho.
4. Os estudantes não-tradicionais no mercado de trabalho.
5. Os estudantes não-tradicionais entre a estrutura e a agência: dualismo ou tensão permanente?
6. Perspetivas críticas sobre as responsabilidades das instituições de ensino superior em relação aos estudantes não-tradicionais.

4 de febrero de 2015

Educación y trabajo social. Monográfico de la Revista Saber & Educar

EDUCAÇÃO E TRABALHO SOCIAL


Se é verdade que as sociedades contemporâneas já interiorizaram uma visão estratégica da educação como um conjunto estruturado de oportunidades de aprendizagem de cada sujeito quanto ao direito de realização da sua humanidade no interior de comunidades concretas, encarar a educação como praxis antropológica de alcance social pressupõe que o trabalho social seja concebido a partir do desenvolvimento humano, não obstante as incertezas sociais, as pressões das políticas públicas e a heterogeneidade de práticas de intervenção em que este mesmo trabalho social frequentemente se move.

O tema agregador do n.º 19 da Revista Saber & Educar pretende dar destaque à articulação que entretêm entre si “Educação” e “Trabalho Social” nos mais diversos campos disciplinares, científicos e formativos em que esta se pode traduzir, e que podem ir desde educação e formação de adultos à educação social, da pedagogia escolar à social, da intervenção socioeducativa ao desenvolvimento comunitário, entre outros.

Rejeitando, desde logo, as muitas dicotomias epistemológicas, conceptuais, metodológicas, e outras a que esta relação educação-trabalho social se encontra frequentemente amarrada, para alcançar o objetivo a que este número da revista se propõe, importará, por um lado, revisitar os conceitos de educação e de trabalho social e, por outro lado, descobrir nos múltiplos projetos de educação e de trabalho social significativas interseções teórico-práticas que permitirão descobrir e redesenhar novas configurações do humano no espaço comum habitado. Convidam-se os investigadores a apresentarem especialmente pesquisas em projetos e processos de intervenção dos quais se tenham obtido resultados empíricos significativos para o tema agregador.


SUMÁRIO
EDITORIAL
José Luís Gonçalves
6-9
ARTIGOS
Katharina Rauh, Klaus Fröhlich-Gildhoff
10-23

Sara Högdin, Cecilia Kjellman
24-37

Tatiana Nunes, Diogo Teixeira, Filipa Coelhoso
38-47

Ana Maria Vieira
48-61

Marta Graça, Manuela Gonçalves
62-73

Sofia R. S. Fernandes, Raquel P. F. Guiné, Ana Paula Cardoso, José Luís Abrantes, Manuela Ferreira
74-85

Mára Beatriz Pucci de Mattos
86-95

Carla Hiolanda Ferreira Esteves
96-105

Clara Medeiros Veiga Ramires Monteiro, Ana Cristina Coll Delgado
106-115

Marcia Regina Medeiros Veiga, António Manuel Rochette Cordeiro, Sónia Cristina Mairos Ferreira
116-127


Xosé Manuel Cid, Deibe Simo

25 de enero de 2015

Alianza de organizaciones científico-profesionales: sanidad, servicios sociales, educación y pensiones

Se crea la Alianza de organizaciones científico-profesionales para la mejora y sostenibilidad de los 4 pilares básicos del Estado del bienestar: sanidad, servicios sociales, educación y pensiones



* El principal objetivo de esta Alianza es mejorar el diálogo social y la participación ciudadana para defender y promover los cuatro pilares del Estado del bienestar.



Madrid, 21 de enero de 2015



Este miércoles 21 de enero de 2015, en la sede de la Sociedad Española de Geriatría y Gerontología, trece organizaciones científico-profesionales de Sanidad, Servicios Sociales y Educación han firmado el Convenio de creación de la Alianza Científico-profesional para la mejora y sostenibilidad del Estado de Bienestar:


- D. Vicente Gambau i Pinasa, presidente del Consejo General de Colegios de Licenciados en Educación Física y Ciencias de la Actividad Física y del Deporte.
- D. Xavier Puig Santularia, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Educadoras y Educadores Sociales.
- D. Máximo A. González Jurado, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Enfermería.
- D. Carlos Macaya Miguel, presidente de la Federación de Asociaciones Científico Médicas Españolas.
- D. Miguel Villafaina Muñoz, presidente del Consejo General de Colegios de Fisioterapeutas.
- D. Juan José Rodríguez Sendín, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Médicos.
- D. Enrique Castillejo y Gómez, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Pedagogos y Psicopedagogos.
- D. Francisco Santolaya Ochando, presidente del Consejo General de Colegios Oficiales de Psicólogos.
- Dª. Ana Lima Fernández, presidenta del Consejo General del Trabajo Social.
- Dª. Marta Pérez de Heredia Torres y Carmen Gallardo Pino, presidenta y decana, respectivamente, de la Conferencia Nacional de Decanos y Directores de Escuelas Universitarias de Terapia Ocupacional.
- D. Xavier Úcar Martínez, presidente de la Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social.
- Dª Mª Carmen Martín Garrido, presidenta del Consejo General de Logopedas de España.
- D. José Antonio López Trigo, presidente de la Sociedad Española de Geriatría y Gerontología (secretaría de la Alianza).



Las organizaciones que forman la Alianza estiman que con la incorporación en el 2020 de la generación del baby-boom al colectivo de mayores de 65 años, el sistema y el Estado del bienestar pueden verse comprometidos tal como lo conocemos en la actualidad, por lo que procede analizar en profundidad su estructura, cobertura, ámbito de aplicación junto a los factores de la demanda, para poder introducir a tiempo las reformas que resulten oportunas.


Las organizaciones científico-profesionales y ciudadanas tienen el compromiso y la responsabilidad de mejorar los canales de participación estructurales con el Estado y ser un agente social plenamente reconocido.


Es necesario acercar e implicar la ciudadanía y la sociedad civil, con la Política y el Estado y crear una visión y proyecto colectivo a medio y largo plazo, para volver a ilusionar e implicar a la ciudadanía y a la sociedad civil.


Los objetivos generales de la Alianza son:


1. Mejorar el diálogo social. Es necesario ampliar el diálogo social, que actualmente está centrado en economía y empleo e incorporar al mismo, los 4 pilares del Estado de Bienestar (Sanidad, Servicios Sociales, Educación y Pensiones).

2. Mejorar la participación ciudadana y de las organizaciones de la Sociedad Civil con el Estado y partidos políticos.

3. Mejorar el Estado del bienestar y su sostenibilidad.

4. Incorporar la prevención en todas las áreas de actuación de los sistemas, como una herramienta clave y estratégica a potenciar.


La Alianza busca entre otros impulsar los siguientes cambios:


1. Reforzar normativamente el Estado de Bienestar, teniendo como base la Constitución y conformado por sus 4 pilares (Sanidad, Educación, Servicios Sociales y Pensiones), incluyendo:
- Ley Orgánica de Sanidad.
- Ley Orgánica de Educación.
- Nueva Ley Orgánica de Servicios Sociales.
- Sistema de Pensiones.
Se plantea que sus reformas requieran amplios consensos y una participación activa de la sociedad civil.


2. Fomentar la colaboración estructural de la sociedad civil con el Estado y las AAPP, para proponer mejoras y claves en la sostenibilidad y mejora del Estado de Bienestar:

* Nueva Ley General de participación ciudadana.


Esto permitirá tener un sistema más fuerte, sostenible y estable, evitando innecesarios cambios de rumbo de corto plazo ante los diferentes ciclos políticos. Planteamos un sistema participativo, que implique amplios pactos.


3. Reforzar el papel de los agentes sociales, para colaborar de forma más eficiente con el Estado y los grupos políticos, en la realización de propuestas a corto, medio y largo plazo, basadas en el conocimiento y la experiencia.

Ampliando el diálogo social con los 4 grupos de agentes sociales implicados en el Estado del bienestar:


1. Organizaciones empresariales.
2. Organizaciones sindicales.
3. Organizaciones científico-profesionales (de Sanidad, servicios Sociales y Educación).
4. Organizaciones ciudadanas: organizaciones de personas mayores, de personas con discapacidad y situación de dependencia, de colectivos en riesgo de exclusión, organizaciones sociales del tercer sector, organizaciones ciudadanas de sanidad y organizaciones ciudadanas de educación.

10 de enero de 2015

Alianza de las organizaciones científico profesionales para el estado del bienestar

CONVOCATORIA DE REUNIÓN, FIRMA Y RUEDA DE PRENSA DE LA ALIANZA DE LAS ORGANIZACIONES CIENTÍFICO PROFESIONALES PARA EL ESTADO DE BIENESTAR.

ORGANIZACIONES CONVOCADAS:


1. Consejo General de Colegios de Licenciados en Educación Física y Ciencias de la Actividad Física y del Deporte. 2. Colegio Nacional de Ciencias Políticas y Sociología.
3. Consejo General de Colegios Oficiales de Educadoras y Educadores Sociales.
4. Consejo General de Colegios Oficiales de Enfermería.
5. Federación de Asociaciones Científico Médicas Españolas.
6. Consejo General de Colegios oficiales de doctores y licenciados en Filosofía y
Letras y en Ciencias.
7. Consejo General de Colegios de Fisioterapeutas.
8. Consejo General de Colegios Oficiales de Médicos.
9. Consejo General de Colegios Oficiales de Psicólogos.
10. Consejo General de Colegios oficiales de Pedagogos y Psicopedagogos.
11. Consejo General del Trabajo Social.
12. Conferencia Nacional de Decanos y Directores de Escuelas Universitarias de
Terapia Ocupacional.
13. Sociedad Iberoamericana de Pedagogía Social.
14. Consejo General de Logopedas de España.
15. Sociedad Española de Geriatría y Gerontología.


FECHA: Miércoles 21 de enero de 2015.
HORA: De 10.30-13.30 horas.
LUGAR: Sede de la Sociedad Española de Geriatría y Gerontología.
Calle Príncipe de Vergara 57-59. Esc. Drcha.1b. Madrid (Tlfno 91 411 17 07)


ORDEN DEL DÍA:

10.30 - 11.00: 1. Preparación e interlocutores para la rueda de prensa. Foto de familia.
11.00 - 12.00: 2. Acto de firma y rueda de prensa.
12.00 - 13.30: 3. Aprobación del acta de la reunión anterior (22-septiembre-2014).
                       4. Designación de portavoces de la Alianza.
                       5. Identificación y priorización de los contactos y reuniones de portavoces de la alianza y altos representantes de Gobierno y Partidos Políticos.
                       6. Ronda de contactos y jornada/ encuentro con organizaciones ciudadanas.
                       7. Ruegos y preguntas.

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